As melhores fotos dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2018 até agora

  1. O esquiador americano Mikaela Shiffrin ganhou o slalom gigante na quinta-feira, 15 de fevereiro. É o segundo ouro olímpico de sua carreira. Javier Soriano / AFP / Getty Images

     

    Mikaela Shiffrin entrou nas Olimpíadas de Inverno como a esquiadora mais dominante do mundo, e o americano de 22 anos não soltou uma vez que a competição finalmente começou.

    Shiffrin ganhou o ouro no slalom gigante na quinta-feira, tornando-se um dois vezes campeão olímpico. Ela também ganhou o slalom em 2014, um título que tentará defender na sexta-feira. Ela agora é o terceiro esquiador americano na história a ganhar dois ouro olímpicos, juntando-se a Andrea Mead Lawrence e Ted Ligety.

    Do lado masculino, Aksel Lund Svindal, da Noruega, fez sua própria história quando ganhou o declive e tornou-se o esquiador mais antigo a ganhar o ouro olímpico. Svindal, 35, agora tem quatro medalhas olímpicas, três das quais venceu em 2010.

    Em outras competições olímpicas quinta-feira, Aliona Savchenko e Bruno Massot deram a Alemanha ouro em patinação artística em pares. Eles quebraram seu próprio recorde mundial para maior pontuação em um skate grátis.

    E no que poderia ser uma prévia do jogo da medalha de ouro, o Canadá derrotou os Estados Unidos 2-1 no hóquei feminino. Os dois países jogaram pela medalha de ouro em cada uma das duas últimas Olimpíadas, com o Canadá vencendo as duas vezes.

    Aqui estão algumas das fotos mais atraentes que vimos da Coréia do Sul até agora.

    Aliona Savchenko e Bruno Massot ocupam um selfie com seus companheiros de equipe alemães depois de ganhar o ouro em patinação artística em pares em 15 de fevereiro. Peter Kneffel / Picture-Alliance / DPA / AP

    O Pierre Vaultier da França comemora após ter defendido com sucesso seu título olímpico na cruz de snowboard. Gregory Bull / AP

    Os membros da tripulação preparam o curso de slalom gigante antes do evento de esqui começar. Jae C. Hong / AP

    Kristina Astakhova, uma graça a patinadora da Rússia,  ela e o parceiro Alexei Rogonov competem no evento de pares. Bernat Armangue / AP

    O alemão Martin Noerl, à direita, lidera um pacote de snowboarders durante as quartas de final do snowboard em 15 de fevereiro. Clive Rose / Getty Images

    O esquiador de cross-country norueguês Ragnhild Haga comemora depois de ganhar o ouro no estilo livre de 10 quilômetros em 15 de fevereiro. Odd Andersen / AFP / Getty Images

    A oficial Jenni Heikkinen tenta separar os jogadores do Canadá e dos Estados Unidos durante um jogo preliminar de hóquei em volta de 15 de fevereiro. O Canadá ganhou 2-1. Julio Cortez / AP

    O snowboarder americano Shaun White se torna emocional depois de ganhar ouro no halfpipe masculino na quarta-feira, 14 de fevereiro. David Ramos / Getty Images

    Shaun White comemora depois que o placar chegou para a corrida final de meio tiro. Ele marcou 97.75 na última corrida da competição, ultrapassando o japonês Ayumu Hirano para ganhar o ouro. Clive Rose / Getty Images

    Ryom Tae Ok da Coréia do Norte patina perto do gelo enquanto ela e seu parceiro, Kim Ju Sik, realizam seu programa curto em 14 de fevereiro. David J. Phillip / AP

    Jan Mursak da Eslovênia, certo, comemora depois de marcar um gol nas horas extras para derrotar os Estados Unidos 3-2 no hóquei masculino. Foi o abridor olímpico para ambas as equipas. Harry How / Getty Images

    Os fãs do norte-coreano torcem no evento do slalom feminino, que foi adiado por causa dos ventos fortes em 14 de fevereiro. Frank Hoermann / Sven Simon / Picture-Alliance / DPA / AP

    Os animais recheados ficam no gelo perto de Lee Jingyu e Randi Griffin depois que a equipe de hóquei das mulheres coreanas foi eliminada da disputa da medalha. A equipe, que inclui jogadores da Coréia do Norte e do Norte, perdeu para o Japão 4-1. Ele tinha sido fechado em seus outros dois jogos. Jung Yeon-Je / AFP / Getty Images

    O Eric Frenzel, da Alemanha, comemora depois de ganhar o combinado nórdico, um evento em que os atletas competem tanto no salto de esqui como no esqui cross-country. Frenzel também ganhou ouro em 2014. Matthias Schrader / AP

    O Alexander Gassner da Alemanha inicia uma corrida de esqueleto durante a prática em 14 de fevereiro. Wong Maye-E / AP

    As pessoas vêem uma partida de exibição de voleibol de neve na Casa Áustria em Pyeongchang. Felipe Dana / AP

    Ilkka Herola da Finlândia sobe no ar durante a porção de salto de esqui do combinado nórdico. Charlie Riedel / AP

    O atleta de esqueleto americano John Daly realiza uma prática na terça-feira, 13 de fevereiro. Mohd Rasfan / AFP / Getty Images

    O esquiador austríaco Matthias Mayer cai nos membros da equipe do curso durante a parte do slalom dos homens combinados. Eric Bolte / USA Today Sports

    Chloe Kim, uma snowboardista americana de 17 anos, ganhou o ouro no halfpipe em 13 de fevereiro. Ramsey Cardy / Sportsfile / Getty Images

    Um espectador detém uma bandeira sul-coreana enquanto observa a porção de slalom dos homens combinada em 13 de fevereiro. Charlie Riedel / AP

    Marcel Hirscher, da Áustria, faz um slalom em seu caminho para ganhar o combinado. É a primeira medalha de ouro olímpica para Hirscher, seis vezes campeão mundial que tem seis títulos da Copa do Mundo em seu currículo. Alexander Hassenstein / Getty Images

    Stina Nilsson, de frente para a câmera, é parabenizada pela companheira Swede Hanna Falk depois de ganhar o ouro em um sprint de cross country em 13 de fevereiro. Foi o primeiro ouro olímpico para “Silver Stina”, que terminou em segundo lugar nos Campeonatos Mundiais em quatro ocasiões distintas . Jonathan Nackstrand / AFP / Getty Images

    Kempin Fan da China, à esquerda, e a russa Sofia Prosvirnova competem em uma corrida de curta distância de 500 metros no dia 13 de fevereiro. Xin Li / Getty Images

    O Justin Murisier da Suíça esquenta a parte de baixo dos homens combinada. Alessandro Trovati / AP

Harley-Davidson apresenta oito novos modelos para 2018

Em uma das maiores renovações de line-up de sua história, a Harley-Davidson apresentou ontem (22 de agosto) em Los Angeles, nos Estados Unidos, oito novos modelos da linha Softail. Com quadros e suspensões novos, as motos 2018 receberam também o motor V2 de 1.745 cm³ com oito válvulas, chamado de Milwuakee-Eight.

chassi das novas motos é completamente novo, com um quadro mais leve e suspensões revistas. Um projeto que, segundo a Harley-Davidson, foi criado para aprimorar a maneabilidade e a agilidade das motocicletas. “Os novos modelos Softail são o resultado do maior programa de pesquisa e desenvolvimento da história da empresa”, garante o gerente de desenvolvimento de novos produtos, Paul James.

Em uma atitude ousada para os padrões da centenária fabricante norte-americana, o novo line-up aposentou a família Dyna, criada nos anos de 1980 e caracterizada pelo sistema de amortecimento bichoque na traseira. Com a adoção do novo chassi, modelos Dyna como a Street Bob, Fat Bob e Low Rider agora integram a família Softail. A nomenclatura, que significa “traseira macia” em tradução literal, é utilizada para designar os modelos que imitam as antigas motos “rabo-duro”, ou seja, sem amortecedor traseiro, mas que, na verdade, contam com um amortecedor fixado horizontalmente, sob o assento.

Todas empurradas pelo motor Milwuakee-Eight, que tem dois eixos contra balanceiros para diminuir as vibrações. O V2 estará disponível em duas capacidades nos novos modelos: com 107 polegadas cúbicas (1.745 cm³) e 114 (1.868 cm³).

Novas tecnologias, como faróis de LED Daymaker, entradas USB e um novo sistema elétrico de maior capacidade, estão presentes nos lançamentos 2018. Conheça as características de cada uma das novas Harley-Davidson.



– Fat Boy
: um dos modelos mais emblemáticos da linha Softail ficou 14 kg mais leve e ganhou rodas fechadas e cromadas com um novo desenho. Nos Estados Unidos, a Fat Boy terá três versões: uma com motor de 107 polegadas cúbicas; outra com o motor de 114 e uma versão comemorativa do aniversário de 115 anos da Harley, que será celebrado em 2018.


– Heritage Classic
: Inspiradas nas Harley dos anos de 1950, o modelo abandonou os cromados clássicos do motor e ganhou uma pintura preta. O grande para-brisa também foi pintado de preto na parte inferior e os pneus não são mais “faixa-branca”. As bolsas laterais em couro também foram redesenhadas. A nova Heritage também terá as duas opções de motorização – 107 e 114.


– Low Rider
: Com o visual das motos customizadas dos anos de 1970, a antiga Dyna Low Rider agora é Softail. Com o novo quadro, a Low Rider ganhou rodas de liga-leve, dois mostradores no painel sobre o tanque e maior ângulo de inclinação nas curvas.


– Softail Slim
: o modelo que não é vendido atualmente no Brasil é praticamente uma Fat Boy com rodas raiadas e visual mais “cru”. O modelo 2018 recebeu um novo guidão e um assento redesenhado.


– Deluxe
: outro modelo de inspiração clássica, a Deluxe manteve as rodas raiadas e os pneus faixa-branca, mas perdeu o assento da garupa – ao menos no modelo apresentado para o mercado norte-americano. Os cromados foram mantidos no motor, nas duas ponteiras de escapamento e no conjunto óptico, formado por um grande farol e dois auxiliares.


– Breakout
: com seu visual caracterizado pelo garfo dianteiro alongado, o modelo ganhou um painel digital sobre a mesa do guidão e um novo pneu traseiro, mais largo, com 240 mm. A estilosa chopper também terá uma versão com o motor de 114 polegadas cúbicas.

– Fat Bob: outra Dyna incorporada à nova família Softail, a Fat Bob 2018 recebeu suspensão invertida na dianteira e ajuste externo na pré-carga da mola traseira, além de ter perdido 10 kg. O farol dianteiro com LEDs na horizontal também é único do modelo. Com uma nova ponteira de escapamento 2 x 1 x 2, é uma das novidades mais radicais do novo line-up.


– Street Bob
: a antiga Dyna manteve o guidão ape-hanger, o popular “seca-suvaco”, curvado para cima, mas ganhou novas suspensões, com um monoamortecedor traseiro e sanfonas nas bengalas dianteiras. As rodas são raiadas, mas as ponteiras de escapamento receberam um acabamento em preto fosco. O painel agora é digital sobre a mesa de fixação do guidão.

BMW cresce mais com linha X no País

SUVs foram 55% das vendas em 2017; este ano chegam novos X3 e X2

linha X de SUVs da BMW já representa um terço das vendas do fabricante alemão no mundo e no mercado brasileiro esse porcentual é ainda maior, atingiu 55% em 2017, ou cerca de 6 mil dos 10,8 mil carros BMW emplacados no País ano passado, sendo quase 40% (4.137 unidades) só do X1 de produção nacional, em Araquari (SC). “Esses números comprovam a importância crescente desse segmento aqui e nós vamos aumentar nossa aposta nele com novas ofertas de todos os (sete) modelos da linha, do X1 ao X7”, afirma Helder Boavida, presidente do Grupo no Brasil. Duas novidades chegam ainda no primeiro semestre, o novo X3 agora em março (com preços já definidos e pré-venda aberta) e o inédito X2 possivelmente até o fim de junho. Boavida também confirmou que o maior deles, o X7 fabricado nos Estados Unidos com lançamento mundial previsto para o fim de 2018, também será oferecido no País.

“Em 2017 os SUVs já superaram os icônicos sedãs no mercado premium global e aqui acontece o mesmo e de forma acelerada. De 2016 para 2017 os utilitários esportivos no segmento premium saltaram de 30% para mais de 50% das vendas”, destaca Nina Dragone, diretora de marketing e produtos da BMW. Assim como Boavida, ela calcula que com a chegada das novas ofertas no segmento as compras de SUVs da marca devem superar 60% das preferências – sendo 36% para o X1 e 25% para o resto da família. “Já vendemos mais de 46 mil unidades da linha X no Brasil (desde o lançamento do X5, o primeiro deles, em 1999), sempre foi importante e está ficando cada vez mais”, diz Nina.

fonte: AUTOMOTIVE BUSINESS

Cartórios poderão emitir identidade e passaporte

Os cartórios brasileiros poderão iniciar o processo de emissão do registro de identidade e de passaportes. A medida foi publicada no último dia 26 de janeiro pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). De acordo com resolução do ministro João Otávio de Noronha, corregedor Nacional de Justiça, para emitir o RG, os estabelecimentos deverão celebrar convênios com a secretaria de Segurança Pública de cada Estado. Para o passaporte, é preciso associar-se com a Polícia Federal e a Associação Nacional dos Cartórios de Registro Natural (Anoreg). Ainda não há data para a medida entrar em vigor nos estados e detalhes do processo de emissão.

Os acordos dos cartórios devem passar por análise e homologação do Poder Judiciário. No caso dos convênios locais, é função das corregedorias dos tribunais estaduais. Já os convênios para a emissão de passaporte terão de passar pela Corregedoria Nacional de Justiça, que avaliará as viabilidades jurídica, técnica e financeira.

 

fonte:EXTRA

 

Os 14 melhores vinhos do Porto atualmente à venda

Os 14 melhores vinhos do Porto atualmente à venda

Quais são os melhores vinhos do Porto? A região demarcada do Douro é a mais antiga do mundo e, ao longo dos séculos, os seus habitantes aprimoraram a arte de produzir um licor que é hoje apreciado em todo o mundo. O vinho do Porto divide-se nas categorias Tawny e Ruby e, dentro destas categorias, existem várias subdivisões como por exemplo Reserva, LBV ou Colheita.

Estilo Ruby

São vinhos em que se procura suster a evolução da sua cor tinta, mais ou menos intensa, e manter o aroma frutado e vigor dos vinhos jovens. Neste tipo de vinhos, por ordem crescente de qualidade, inserem-se as categorias Ruby, Reserva, Late Bottled Vintage (LBV) e Vintage. Os vinhos das melhores categorias, principalmente o Vintage, têm grande potencial de guarda, pois envelhecem bem em garrafa. Os vinhos deste estilo, onde o Vintage é a categoria do topo da escala, são carregados de cor e ligeiramente mais doces e frutados do que os Tawnies. Produzido a partir de uvas de um único ano e engarrafado dois a três anos após a vindima, evolui gradualmente durante dez a 50 anos em garrafa. O encanto do Porto Vintage reside no facto de ser atractivo em praticamente todas as fases da sua vida em garrafa.

stilo Tawny

Obtido por lotação de vinhos de grau de maturação variável, conduzida através do envelhecimento em cascos ou tonéis. São vinhos em que a cor apresenta evolução, e os aromas lembram os frutos secos e a madeira; quanto mais velho é o vinho, mais estas características se acentuam. As categorias existentes são: Tawny, Tawny Reserva, Tawny com Indicação de Idade (10 anos, 20 anos, 30 anos e 40 anos) e Colheita. São vinhos de lotes de vários anos, excepto os Colheita, que se assemelham a um Tawny com Indicação de Idade com o mesmo tempo de envelhecimento. Quando são engarrafados estão prontos para serem consumidos. O seu sabor lembra nozes e figos secos graças aos anos de oxidação lenta e controlada em grandes barris ou cubas. Os tawnys são mais alcoólicos, quanto mais elevada a indicação de idade.

De acordo com a Wine Spectator, estes são os 14 melhores vinhos do Porto actualmente à venda:

1. 2014 Ramos Pinto Vintage Bom Retiro Porto

Fundada por Adriano Ramos Pinto em 1880, a Casa Ramos Pinto depressa se fez notar pela sua estratégia de inovação e pioneirismo. Associada a vinhos engarrafados de qualidade e com uma estratégia de vanguarda, esta empresa apoia-se na modernização dos circuitos de selecção, lotagem e envelhecimento, na investigação vitivinícola constante e no especial cuidado que Adriano Ramos Pinto dedicou à embalagem e promoção dos seus vinhos. Os vinhos Ramos Pinto tornaram-se, assim, uma referência de qualidade.

2. 1997 Warres Vintage Porto

Fundada em 1670, a Warre’s foi a primeira companhia inglesa de vinho do Porto a estabelecer-se em Portugal. No final do séc. XVIII a Casa Warres´s tornou-se líder nas exportações do vinho do Porto. Pioneira de grandes tradições, a sua história confunde-se com a própria história do vinho do Porto. Warre’s Vintage 1997 apresenta uma cor púrpura azul maravilhosa. Um nariz Warre clássico, cheio de classe e complexidade, repleto de camadas concentradas de frutas vermelhas maduras e aromas subjacentes de esteva. No paladar, ricos sabores florais com uma enorme estrutura e um final impressionante. Sem dúvida, um entre os melhores Portos para envelhecer e um clássico entre os Vintages.

3. Grahams 10 anos Porto

Fundada em 1820, a Graham’s possui duas das melhores propriedades do vale do Douro: a Quinta dos Malvedos e a Quinta do Tua, as quais produzem vinhos de excepcional qualidade com grande estrutura, riqueza e complexidade. A Graham’s é uma empresa independente, detida a 100% pela família Symington, produtores de Vinho do Porto desde o século XIX e cujos antepassados estiveram na origem das primeiras exportações de Porto em 1652. A Graham’s é reconhecida como um dos produtores de referência de Porto Vintage; o seu Vintage de 2007 alcançou 97 pontos (em 100 possíveis), atribuídos por Robert Parker, o mais credenciado crítico de vinhos do mundo que escreveu, “O candidato ao vinho do ano…um feito extraordinário.” Actualmente posiciona-se na vanguarda da inovação enológica. Graham’s 10 anos é um Tawny elaborado com uma impressionante selecção de vinhos reserva, envelhecidos em media 10 anos. É um vinho complexo e elegante, com o exuberante frutado que é a marca registrada de Graham´s. Extremamente macio na boca, possui um óptimo “bouquet” e um longo final.

5 milhões. Huayra e Chiron foram pagos em bitcoins

Já ouviu falar na Bitcoin? Nem mais: é uma moeda virtual, que só existe na Internet. Mas, ainda assim, não deixou de ser aceite para pagar dois super esportivos, no valor de 5 milhões de euros.

Numa altura em que muitos defendem a moeda virtual Bitcoin como a solução para o futuro, em termos de transacções económicas, um concessionário da Califórnia decidiu dar o (seu) primeiro passo nesse sentido, ao acordar a venda e o pagamento de dois super esportivos, um Pagani Huayra e um Bugatti Chiron, avaliados em cerca de 5 milhões de euros, precisamente com uma moeda que só existe na Internet – as bitcoins.

A venda terá acontecido no concessionário Pagani Newport Beach, no estado da Califórnia, EUA, e o negócio terá envolvido um Bugatti Chiron novo, além de um Pagani Huayra Americano com pack Tempesta. Basicamente, um par de superdesportivos cujo valor de compra ronda, em conjunto, os 5 milhões de euros – o que à cotação actual representa, em bitcoins, 450 BTC.

O Bugatti Chiron em questão ostenta, conforme as fotos documentam, um místico preto como cor exterior, com interiores em pele, de cor também preta, e cinzenta. Já o Pagani é cinzento metalizado, com listas de cor vermelha e elementos em fibra de carbono – soluções encontradas também no habitáculo.

Se ainda está a pensar como foi possível um concessionário aceitar pagamentos em Bitcoins, saiba que, pelo menos nos EUA, não é a primeira vez que tal acontece. Já em Dezembro, um americano residente em Atlanta, Georgia, tentou vender um supostamente novo McLaren 720S, por 25 BTC, qualquer coisa como 277.720€, à cotação actual. Negócio que, no entanto, nunca se soube se terá sido concretizado e se terá mesmo surgido um comprador, disposto a pagar o valor pedido, pelo carro.

FONTE: Observador

 

 

Confira 10 curiosidades sobre os Jogos Olímpicos de Inverno da Coreia do Sul Fonte

É agora dia 09 de fevereiro de 2018 que PyeongChang, na Coreia do Sul,

Os organizadores acertam os últimos detalhes, desde as pistas de esqui, à vila olímpica, passando pela zona de receção aos visitantes e entusiastas.

São 15 as modalidades em competição. Esperam-se cerca de três mil dos melhores atletas do mundo em cada uma delas. O evento dura 17 dias.

É o terceiro grande encontro desportivo no país asiático depois dos Jogos de Olímpicos de verão de 1988 e da Taça do Mundo de futebol, 2002.

Tudo deverá estar pronto para a cerimônia de inauguração, no estádio olímpico de Alpensia, em menos de dois meses, que será o ponto de partida para uma grande aventura, marcada pela paixão pelo desporto e pela alta tecnologia num encontro desportivo que se quer, segundo os organizadores, high tech.

 

Tradição e inovação, valores sul-coreanos

De acordo com Choi Moon-Son, Governador da província sul-coreana de Goangwon, onde têm lugar todas as provas do evento, os Jogos ficarão marcados pela “tradição e pela inovação”.

“Algo muito sul-coreano”, disse à Euronews. E são esses valores que representam as mascotes dos encontros Olímpico e Paralímpico Shoohorang, o trigre branco e o Bandaby, o urso preto.

Segundo o Governador da província de Gangwon, o trigre branco simboliza a proteção dos convidados, dos visitantes. Neste caso, de desportistas e entusiastas. O outro animal faz parte de uma tradição local. É um urso com um crescente lunar no peito.

Os maiores Olímpicos de inverno de sempre

Este Jogos Olímpicos, explica Choi Moon-Son, serão os mais importantes de sempre, já que participam mais de 100 países.

“Esperamos distribuir cento e duas medalhas, explica” o diz ador de Gwangwon, que diz esoerar também muitos visitantes.

Os encontros para as cerimónias de abertura e fecho dos Jogos têm lugar em PyeongChiang.

Grande parte das provas na neve e no gelo serão organizadas na cidade costeira de Gangneung.

Duas cidade a menos de uma hora de distância

Para o porta-voz do comité de organização, a curta distância entre as duas cidades onde se realizam dos Jogos é uma grande vantagem, já PyeonChiang e Gangneung ficam a menos de 60 minutos de distância.

“É possível irmos a uma prova de no gelo e depois a um evento de esqui em menos de uma hora,” disse à Euronews.

O evento serve, por outro lado, para promover os desportos de Inverno na Coreia do Sul, assim como a existência de infraestruturas para a pratica deste tipo de modalidades no país.

Uma oportunidade que a associação sul-coreana de esqui não quer perder. O presidente, Ignacio Lee, quer atrair novos praticantes.

Além disso, graças aos Jogos Olímpicos de Inverno, são inaugurados cinco estádios, ideais para competições internacionais de esqui.

Os Olímpicos da tecnologia

Jogos de PeongChiang vão estar marcados pelo recurso às altas tecnologias.

Seul criou uma rede móvel 5G, especialmente concebida para para o evento. Serão utilizados hologramas durante as emissões ao vivo, assim como recursos ligados à inteligência artificial.

“A tecnologia 5G utilizada será até 20 vezes mais rápida do que a atualmente existente”, explica Oh sang-Jin, diretor do departamento de tecnolgia dos Jogos.

“As imagens terão alta definição e poderão ser partilhadas rapidamente plos fãs, assim as reações dos atletas”.

Oportunidade para o diálogo na Península

Eventos desportivos como este costumam servir de motivo para a aproximação entre países ou regiões marcados por relações de conflito, como as Coreias.

FONTe: EURONEWS

Algumas pessoas são supercriativas, outras não – e agora sabemos o motivo

Pense que você está viajando de carro. Se vai para um lugar desconhecido, seus pensamentos ficam concentrados em não errar o caminho. Não sobra espaço para mais nada. É o controle executivo em ação.

Já quando vai para o mesmo lugar muitas vezes, sua cabeça “desliga”. Você faz todas as tarefas necessárias para chegar ao destino, sem nem perceber. Essa é a rede de modo padrão no comando.

Naturalmente, você não “desliga” e “foca” ao mesmo tempo. Ou era o que nós pensávamos. No novo estudo, tudo indica que a criatividade só pode existir se esses dois sistemas opostos trabalharem juntos.

E aí que entra o terceiro sistema, a Rede Saliente. Ela funciona como a ponte, conectando a ação das outras duas redes. É possível, inclusive, que ela funcione como um interruptor, alternando qual rede está ativa.

A receita básica da criatividade cerebral

Mas porque isso importa para a geração de ideias criativas? Como falamos, a Rede de Modo Padrão dá luz a novas ideias, permite que seu cérebro saia da caixa e favorece o pensamento abstrato.

Mas uma ideia criativa não é só diferente do padrão – ela precisa ser boa. Não adianta sugerir que uma meia seja usada como substituto para papel sulfite. É uma ideia divergente, só não serve para nada.

Entra aí o Controle Executivo. Ele parece atuar no processo de avaliação de ideias, para descartar os resultados menos úteis das “viagens” do Modo Padrão.

Para que tudo isso aconteça praticamente ao mesmo tempo, entra a Rede Saliente, a “comunicação interna” que sincroniza os dois processos anteriores. Se tudo der certo, o resultado é uma grande Eureca.

Porque existem os criativos e os não criativos

Se você é criativo, o sistema descrito acima funciona melhor. E os cientistas podem provar: eles mostraram que, entre as pessoas com as respostas mais criativas, existiam conexões mais fortes entre essas três áreas do cérebro. Quanto mais conectadas as áreas eram, melhores as respostas do que fazer com a meia.

Depois, eles testaram essa conclusão com três levas de voluntários totalmente diferentes. Só olhando para o cérebro delas, os cientistas conseguiram prever com uma precisão razoável o quão criativas seriam as respostas.

A conclusão deles é que o cérebro dos supercriativos é melhor em fazer os sistemas opostos de Modo Padrão e Controle Executivo funcionarem juntos.

Mas calma: se você até agora não conseguiu pensar em nada útil e diferente para fazer com uma meia, não se assuste. O próximo passo dos pesquisadores vai ser entender se atividades como aulas de desenho são capazes de fortalecer as conexões entre os sistemas e tornar as pessoas mais criativas suando a camisa (e as meias).

Pense que você está viajando de carro. Se vai para um lugar desconhecido, seus pensamentos ficam concentrados em não errar o caminho. Não sobra espaço para mais nada. É o controle executivo em ação.

Já quando vai para o mesmo lugar muitas vezes, sua cabeça “desliga”. Você faz todas as tarefas necessárias para chegar ao destino, sem nem perceber. Essa é a rede de modo padrão no comando.

Naturalmente, você não “desliga” e “foca” ao mesmo tempo. Ou era o que nós pensávamos. No novo estudo, tudo indica que a criatividade só pode existir se esses dois sistemas opostos trabalharem juntos.

E aí que entra o terceiro sistema, a Rede Saliente. Ela funciona como a ponte, conectando a ação das outras duas redes. É possível, inclusive, que ela funcione como um interruptor, alternando qual rede está ativa.

A receita básica da criatividade cerebral

Mas porque isso importa para a geração de ideias criativas? Como falamos, a Rede de Modo Padrão dá luz a novas ideias, permite que seu cérebro saia da caixa e favorece o pensamento abstrato.

Mas uma ideia criativa não é só diferente do padrão – ela precisa ser boa. Não adianta sugerir que uma meia seja usada como substituto para papel sulfite. É uma ideia divergente, só não serve para nada.

Entra aí o Controle Executivo. Ele parece atuar no processo de avaliação de ideias, para descartar os resultados menos úteis das “viagens” do Modo Padrão.

Para que tudo isso aconteça praticamente ao mesmo tempo, entra a Rede Saliente, a “comunicação interna” que sincroniza os dois processos anteriores. Se tudo der certo, o resultado é uma grande Eureca.

Porque existem os criativos e os não criativos

Se você é criativo, o sistema descrito acima funciona melhor. E os cientistas podem provar: eles mostraram que, entre as pessoas com as respostas mais criativas, existiam conexões mais fortes entre essas três áreas do cérebro. Quanto mais conectadas as áreas eram, melhores as respostas do que fazer com a meia.

Depois, eles testaram essa conclusão com três levas de voluntários totalmente diferentes. Só olhando para o cérebro delas, os cientistas conseguiram prever com uma precisão razoável o quão criativas seriam as respostas.

A conclusão deles é que o cérebro dos supercriativos é melhor em fazer os sistemas opostos de Modo Padrão e Controle Executivo funcionarem juntos.

Mas calma: se você até agora não conseguiu pensar em nada útil e diferente para fazer com uma meia, não se assuste. O próximo passo dos pesquisadores vai ser entender se atividades como aulas de desenho são capazes de fortalecer as conexões entre os sistemas e tornar as pessoas mais criativas suando a camisa (e as meias).

Tendências de Design para 2018: saiba o que usar no próximo ano

O design é uma área com novidades constantes. Descubra quais tendências estarão presentes no próximo ano e prepare-se para estar à frente!

Assim como as demais áreas de conhecimento e criação, o design passa por mudanças sutis todos os anos. Novas tendências surgem e estouram por um período, sendo que algumas podem estender-se por vários anos.

Com 2017 acabando, chegam as previsões para o que estará em alta 2018.

Se essas previsões estão certas saberemos somente no próximo ano. Mas até lá selecionei algumas que considero as mais promissoras.

Então, sem mais delongas, venha descobrir quais são!

Cores vibrantes

Com a quantidade cada vez maior de informação disponível para as pessoas na internet, é preciso que seu conteúdo se destaque dentre os demais.

Em 2018 isso vai continuar sendo uma necessidade!

Uma maneira de fazer isso é utilizando cores claras e vibrantes, que chamam a atenção do usuário.

Porém, é preciso atenção! Como já expliquei aqui, o uso de cores vibrantes pode ocasionar em fadiga visual, o que leva as pessoas a olhar para o outro lado assim que veem seu conteúdo.

Procure equilibrar cores vibrantes de maneira harmoniosa, assim como a empresa Spotify fez com sua nova identidade visual:

 

Gradientes

Ainda falando sobre cores, uma tendência recorrente desde que o Instagram mudou completamente sua identidade visual é o uso de gradientes. Acredito que em 2018 não será diferente.

Gradientes utilizados com cores vibrantes podem ser a combinação perfeita para um visual atraente e chamativo no ano que vem.

Tipografia e Lettering

A tipografia também é uma tendência recorrente, mas, por ser bastante mutável, nunca sai de moda.

Assim como no uso das cores, a previsão para 2018 é de que esses elementos chamem a atenção do usuário. Por isso, invista em fontes grandes, grossas e vibrantes.

Os estilos de tipografia mais populares provavelmente serão escrita à mão3D e geométrica.

Acesse: https://www.instagram.com/typebychris/

Formas e linhas geométricas

Formas geométricas são uma tendência presente já há algum tempo no design. Acredito que também continuará presente em 2018.

A previsão para o ano que vem, porém, é de que haverá aumento no uso de linhas mais “curvas”, que resultam em layouts mais suaves.

Ilustrações

Ao mesmo tempo, em contraste com as formas geométricas bem definidas, houve um crescente uso de ilustrações feitas a mão, o que deverá seguir forte para 2018.

Além de dar um lado mais humano para o design, permite explorar um visual mais descontraído e amigável.

Mistura de estilos

Ilustrações são ótimas, fotos também. Por que não juntar as duas?

Essa é uma tendência que acho que será forte em 2018: a mistura de estilos. Seja do exemplo já dado, seja usando fotos e elementos 3D ou formas geométricas e pincéis artísticos: as possibilidades são várias.

Essa é uma forma excelente de inovar no design e criar um layout único e original que se destaca entre os demais.

Dupla exposição

dupla exposição é uma técnica de fotografia que gera resultados belíssimos e impressionantes, além de tornar possível retratar duas fotografias em uma só imagem.

É uma tendência que ficou popular com cartazes de filmes e capas de álbuns musicais. Está presente há algum tempo já e a previsão é que continue forte em 2018.

 

Formas 3D

Composições 3D chamam a atenção desde que se tornou possível fazê-las digitalmente. Com o passar dos anos, o avanço tecnológico que temos hoje em dia permite a criçaão de imagens surreais que, ao mesmo tempo, são extremamente fotorrealistas.

Acredito que em 2018 isso se torne uma tendência, já que esse ano foi o início do uso popularizado dessa técnica. Vimos algumas empresas migrarem seu logo para o 3D e outras utilizando como showcase de produtos.

O uso do 3D possivelmente focará em duas categorias: formas coloridas e layouts monocromáticos.

Como a descrição já é bem explicativa, falarei sobre as vantagens do uso dessas composições.

Ambas fazem com que o produto ou objeto que esteja em foco destaque-se bastante. Na primeira, isso é feito pelo contraste entre um objeto e fundo neutro, enquanto na segunda o volume colocado em evidência com o jogo de luz e sombra.

Espaço negativo

O uso criativo de espaço negativo torna possível criar formas inusitadas onde não haveria nada. É uma tendência que não é novidade, mas promete continuar forte em 2018.

O espaço negativo destaca o objeto no qual está o foco e direciona a atenção do usuário para onde ele deve olhar na composição.

Além disso, é possível usar a tipografia junto ao espaço negativo, resultando em uma interação que gera resultados bastante únicos.

Animações

Animações são a cereja do bolo. Elas não são necessárias, mas complementam qualquer composição. Afinal de contas, uma imagem em movimento chama muito mais atenção que uma imagem estática.

Como 2017 seguiu por esse caminho, acredito que será tendência também em 2018.

Um exemplo que gosto bastante é o site da Apple, que incorpora animações bastante inusitadas que geram um resultado incrível a medida que você navega na página.

Confesso, cinemagrafia é um termo que era desconhecido por mim até o início deste ano. Essas composições são características de serem imagens aparentemente estáticas com apenas um elemento ou outro em movimento.

Cinematografia

São GIFs nos quais não fica claro quando é o início e o final, criando um loop eterno de um movimento discreto.

Alguns designers preferem essas composições pois elas tendem a ser mais elegantes e confortáveis de olhar do que um GIF comum.

Assim como falei no tópico das animações, são pequenos detalhes que prendem mais a atenção do usuário em uma imagem em movimento do que uma estática, e isso faz com que essa tendência ganhe força em 2018.