Cuidados essenciais com a pele durante a viagem

Veja as dicas da dermatologista Karla Assed para continuar linda mesmo no avião

Seja em destinos quentes ou frios, os cuidados com a beleza não podem ficar de lado nas férias. Dependendo do destino que você elegeu, mudanças bruscas de clima ocasionam danos à pele ou às madeixas.

Confira as dicas da dermatologista Karla Assed, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da American Academy of Dermatology, para quem está de malas prontas para curtir um descanso, mas não abre mão da vaidade:

PARA DESTINOS FRIOS

Não importa a temperatura, hidratar-se é fundamental para garantir a saúde da pele e do organismo. São itens obrigatórios na mala o hidratante labial, facial e corporal e o protetor solar. Leve uma máscara restauradora capilar, pois o banho quente pode ressecar muito o cabelo.

PELE OLEOSA NO FRIO

A pele vai ficar um pouco mais seca, mas é importante lembrar que, por ser naturalmente oleosa, é necessário evitar hidratante muito concentrado. Dê preferência aos hidratantes oil free em forma de sérum para evitar a acne. A rotina deve ser lavar, hidratar e passar filtro solar – não esqueça o reflexo do sol na neve queima! E não se esqueça da região dos olhos.

PELE SECA NO FRIO

Se a sua pele já é seca no clima tropical, no clima mais frio a tendência é piorar. Aposte na hidratação, tanto da pele do rosto quanto das mãos, lábios, região dos olhos e corpo. A rotina de beleza é a mesma para peles oleosas: lavar, hidratar e passar filtro solar, não esquecendo da região dos olhos.

PELE MISTA NO FRIO

Os cuidados com a pele mista são basicamente os mesmos da pele oleosa. Preferira os hidratantes oil free para evitar a formação de espinhas.

PELE SENSÍVEL NO FRIO

Apesar do clima mais frio, o hidratante não pode ser muito concentrado – e de preferência deve ser sérum. Não use ácido no clima frio.

PARA DESTINOS QUENTES

É preciso pensar em proteção redobrada para a pele e para o cabelo. Reaplique o filtro solar com intervalos regulares e não esqueça de proteger o rosto e os cabelos com chapéu e óculos. Opte por roupas e calçados leves, que permitam a respiração da pele. Prefira uma alimentação leve e não deixe de lado o risco de desidratação: beba muita água e sucos de frutas.

Nécessaire de verão

  1. Água Termal: é bom ter água termal para usar após a exposição solar. Ela tem magnésio, selênio e zinco, com propriedades calmantes e anti-inflamatórias que serão um balsamo para a pele. Indico a Eau Thermale, La Roche-Posay: deixe o frasco na geladeira e aplique no lugar do tônico. Borrife à distância e deixe que seque sozinha.
  2. Hidratante: Para pele seca e que fica ainda mais ressecada no verão indico Uréia 10% Loção Pele Seca, Eucerin. É um excelente hidratante para a pele do corpo, principalmente para as mais ressecadas, e não deixa aquela sensação pegajosa.
  3. Pó facial: Sou fã de pós faciais que neutralizem a oleosidade, mas deixem a pele luminosa. É o caso da Mineralize Skinfinish Natural, M.A.C, que aplico de leve no rosto todo, usando um pincel largo e de cerdas bem fofas.
  4. Protetor Labial FPS 60, da Natura; pomada Bepantol, da Bayer; hidratante Aloe Lips With Jojoba, da Forever.

Cuidados dentro do avião

“É muito importante cuidar da pele dentro do avião, pois o ambiente é bem diferente daquele em que vivemos habitualmente. Como o ar é seco, pele e cabelos perdem água e ressecam. Dependendo do tempo de voo, dá para sentir que a pele fica rígida, mais enrugada e com coceira. Olhos e vias respiratórias também sofrem com essa secura do ar”, explica a dermatologista.

Pele

Hidrate bem a pele durante o voo com borrifadas na face de água termal. Deixe secar naturalmente, sem o uso da toalha, e em seguida aplique um hidratante, que contenha substâncias como semente de uva, ureia, lactato de amônio e vitamina C.

Aplique filtro solar mesmo dentro do avião, pois, além de hidratar, protege a pele.

Lábios: o melhor hidratante é o Bepantol pomada ou Bepantol derm. Há também o Bepantol Stick e, apesar de ser um hidratante excelente, deixa os lábios muito brancos. A dica é aplicar pouca quantidade, várias vezes, para o lábio ficar natural. Outra solução é misturar Bepantol em um potinho com tampa com um pouco de gloss em um tom mais escuro que o usado normalmente e usar a mistura como batom. Os lábios ficarão lindos e hidratados.

Olheiras: deixe uma água termal fora do nécessaire, que rapidamente ficará geladinha devido a temperatura fria do avião. Depois, borrife-a em uma toalhinha e repouse na região dos olhos por 5 minutos.

Fonte: http://vogue.globo.com/beleza/pele/noticia/2017/07/cuidados-essenciais-com-pele-durante-viagem.html

Mas afinal, o que é coaching?

Coaching em alta no Brasil.
Coaching é criatividade, organização, decisão e ação. E muito mais! Mas estas
quatro palavras resumem tudo de forma simples e verdadeira. E explicarei o por quê.
O coaching é um processo onde a pessoa vai trazer à realidade algum sonho, projeto,
ideia, vontade, enfim, algo que queira de fato realizar. Ah, então um coach pode me
ajudar a realizar qualquer coisa que eu queira? Não! Como em tudo na vida
precisamos do bom senso e plena consciência do que está sob nosso controle, do que
depende de outras pessoas, do que de fato queremos, podemos e do tempo que
temos e precisamos para alcançar nossas metas.
Voltando às quatro palavras que usei para definir no início do texto, a
criatividade vem de uma das principais características do coaching: o coach faz
somente perguntas, não entrega respostas ao coachee, mas faz com que ele crie seus
próprios caminhos e ações, sempre baseado no que chamei de bom senso e
consciência. Daí a ideia de que o coaching é desenvolvimento humano sustentável, o
próprio coachee encontra em si e cria seu próprio plano de ação e suas respostas sem
que ninguém lhe diga o que é melhor. A organização é sobre organizar as ideias, em
uma linguagem simples. Todas as respostas são anotadas e organizadas pelo coach
para que o coachee possa visualizar tudo de forma mais clara. Decisão e ação andam
quase juntas, pois quando o coachee decide o que quer de fato, passamos a criar um
plano de ação viável, realista e efetivo que levará o coachee a realizar o que sonha,
projeta, quer….
Sobre a contratação de um bom coach, tenho duas dicas que acredito serem as
mais importantes para que o processo flua bem: primeiro de tudo, a empatia entre
coachee e coach, ou seja, se você se sentir bem, seguro e totalmente à vontade para
falar de seus planos, você encontrou seu coach. Segundo, veja com frieza os resultados
do seu processo e não deixe que a tal empatia influencie na sua decisão de continuar
ou não o processo porque a verdadeira felicidade e sucesso de um coach não estão na
continuidade, mas sim nas realizações de seus coachees.
Obrigado pela leitura e até o próximo bate papo!!
FONTE: Fernando Rios Andrade – fernando@e-humano.com.br

O que é um Bom Vinho?

Esta é uma questão bastante frequente para nós que estudamos sobre vinho. E
é uma questão que não tem uma resposta certa. Na verdade tem. Tecnicamente um
bom vinho é aquele que equilibra acidez, álcool e tanino no caso dos tintos. Todas as
vezes que eu respondi isso, a reação foi a mesma: expressão de quem ouviu o que não
queria e saiu sem resposta. Pior ainda é quando respondo com a mesma pergunta.
Mas encorajo a cada um que estiver lendo texto a responder para si mesmo:
O que é um bom vinho?
Para se definir um bom vinho há alguns fatores a se levar em consideração
como a região onde são plantadas as uvas, solo, clima do local, clima da safra, local
onde é produzido o vinho, tipo de uva, tipo de barril onde o vinho é amadurecido e
envelhecido e tantos outros que já começo a me perguntar: estou ajudando a pessoa
que está lendo? Não. E nem que conseguisse resumir tudo a dois ou três fatores eu
poderia ajudar. E por um motivo tão simples quanto verdadeiro: vinho não é uma
ciência exata, não existe uma regra que faz com que um vinho seja bom para todo
mundo. Vou responder a pergunta do título e será a minha resposta a isso, assim como
se você respondeu, sua verdade também está posta.
Um bom vinho é aquele que se une ao momento em que está sendo bebido.
Seja em um jantar com amigos, um momento romântico, uma festa, uma noite
solitária lendo um livro, assistindo um filme ou mesmo criando ideias, o vinho se
incorpora ao momento não sendo nem a estrela e nem somente algo a mais ali
presente. O vinho se mostra como um complemento, aquilo que faz a diferença para
que o momento seja melhor. Um bom vinho é aquele que você toma e lhe traz uma
sensação que nenhuma outra bebida pode trazer e que não me atrevo a tentar
descrever aqui. Um bom vinho, enfim, é aquele que está na resposta que você deu à
pergunta do título. É o seu bom vinho.
Obrigado pela leitura e até o próximo gole!
FONTE: Fernando Rios Andrade

Coerção comportamental entre os jovens brasileiros do terceiro milênio

Vivemos uma atmosfera absolutamente dissipante, redes sociais, indústria cultural e
programas e jogos alienadores, sempre fomentados por canais televisivos, aplicativos,
celulares e etc. Nossos jovens agregam demandas quase obrigatórias para estarem
alucinadamente conectados em tendências imperativas da moda e da coerção segmentada,
tendo o consumo como mister, receita bem apropriada para afastar-se de si mesmo e criar
uma realidade coletividade artificial das marcas e dos produtos carimbados como fontes do
status normativo, verdadeira receita para cada jovem ser aceito e até respeitado em seu
grupo.
Mas, quem são realmente esses jovens? O que pensam, qual seu verdadeiro eu na incrível
diversidade do espírito humano? Ou como busca-la nos dias de hoje?
Fica perceptível que o maior medo que figura entre nossos jovens é o silêncio. Aquele silêncio
que nos faz pensar em nossos fins e nossos meios para ser.
Essa problemática lembra-nos o conceito de Desolação de Pascal: “ Isso é tudo o que os
homens poderiam inventar para serem felizes! “. Um grande e trágico jogo para entreter-se
ilusoriamente dia após dia e não olhar para dentro. Um grandioso e complicado passatempo
com um preço muito alto: a fuga de si mesmos. Fazendo da diversão um ofício, o homem se
desembaraça de seu destino, abdica da própria grandeza e se dilui nas situações e nas
realidades exteriores. “ A única coisa que nos consola nas nossas misérias. Porque é ela que,
principalmente, impede-nos de pensar em nós mesmos “, possuirmo-nos.
Difícil encontrar tempo para o cerne da vivência filosófica : conhece-te a ti mesmo! Ao sair das
escolas e universidades ou do serviço, o jovem não busca senão algo que “fazer”. Comenta
Savagnone: Eles procuram afundar-se na gritaria de um bar superpovoado, e um pouco mais
tarde, ao chegar em casa, sente-se chamado pelo televisor. Inclusive no carro tem medo de
ficar sozinho e, apressando-se, liga o rádio ou põe a mão no celular. E quanto mais veemente o
vazio, maior a quantidade de ocupações nas que refugia para não ter tempo de pensar.
Mas não podemos esquecer os jovens que operam na contra mão do senso comum, mas
infelizmente são vistos como esquisitos, anormais e até alienados. Uma distorção que gera
uma aniquilação da livre personalidade de cada ser. Cabe uma reflexão de toda sociedade:
qual o lado da moeda é escrava do capital e do sistema?
Lembremo-nos que em tempos de sociedades líquidas, quem possuir uma personalidade e, até
digamos uma integridade singular, nadará contra a maré que assola nossa humanidade e até o
futuro das próximas gerações que poderão ser edificadas como tijolinhos exatamente iguais e
do mesmo muro.
Será possível sairmos dessa conceituação abstrata para uma experiência concreta do eu?
No conceito de Hierarquia de Maslow, bem em seu ápice, aparece: moralidade, criatividade,
espontaneidade para obter autorrealização ou a necessidade de realizar plenamente o seu
potencial. Agora, deixo uma pergunta: o ambiente afeta a inteligência? Com o passar do
tempo poderemos mensurar o que nossa realidade vai definir para o futuro intelectual e
espiritual do jovem brasileiro.
FONTE: ROBERTO ARME

Marca reverte lucros em prol de causa LGBTQ

Venda de suéteres tem 30% do lucro direcionado à The Human Rights Campaign.

Fazer compras sustentáveis e éticas pode estar cada vez mais fácil, já que diversas marcas têm se posicionado por mudanças no mundo da moda. A vez é da nova-iorquina Loup, que está doando 30% do valor das vendas de dois de seus suéteres para a Human Rights Campaign, um projeto que luta pelo reconhecimento das causas LGBTQ nos Estados Unidos.

As duas peças que terão seus lucros revertidos são o suéter “Babe” e o “Petite Amie”, ambos vendidos por U$55. Além de serem brilhantes, as edições são limitadas e bordadas pelo estúdio Old English Rose, localizado no Brooklyn, em NY.

 

 

 

 

Fonte: http://elle.abril.com.br/moda/marca-reverte-lucros-em-prol-de-causa-lgbtq/

Célia Siqueira, o estudo através da grafologia, quirologia e psicoterapia

Célia Siqueira é formada em Psicologia e Teologia, atua como grafóloga (pessoal, criminal e empresarial), psicoterapeuta, quiróloga, psicanalista, escritora e terapeuta holística. Atende em seu espaço localizado na zona sul de São Paulo, o “Instituto Célia Siqueira”, e presta também consultoria para pessoas e organizações de outros estados e países.

Na grafologia, baseia-se suas interpretações, em assinaturas e textos utilizados em currículos para a seleção de empresas e em processos criminais, análises de personalidade e de carreira. Como psicoterapeuta utiliza a Programação Neurolinguística (PNL) e Terapia de Vidas Passadas (TVP), para o reconhecimento das necessidades de seus pacientes e na desconstrução de seus traumas.

Na quirologia, com a busca de respostas das pessoas e da autoanálise do perfil emocional e material, Célia apresenta suas opções de vida, os caminhos e rotas de chegada junto ao que elas almejam como sucesso pessoal. Em 2010 lançou o livro, “Quirologia Os Segredos do Mapa da Vida”, baseado no estudo da leitura do dorso e palma da mão.

A especialista é muito requisitada para previsões completas, na maioria das vezes utiliza em seus atendimentos a grafologia, quirologia e cartas de tarot, para que tenha a união de todos os elementos e para que a resposta de cada pessoa seja satisfatória nas áreas em questão.

Célia Siqueira ministra palestras em todo Brasil e realiza diversos cursos em seu Instituto, para saber mais, acesse: www.facebook.com/CeliaQuirologa

Sem a orientação de um profissional especializado o mini wedding pode custar muito mais do que os noivos imaginam

 

O casamento dos sonhos pode ser inesquecível, mesmo quando os noivos optam por uma comemoração diferenciada e intimista. Cada vez mais cresce no país a procura pelo formato “mini wedding”, para quem não pretende ou não pode investir muito.

A produtora Tatiana Bandeira explica que o casal pode economizar de diversas formas, começando pela lista reduzida de convidados, fazendo com que diminua o custo das lembrancinhas, doces, bebidas e buffet. A escolha do local também faz a diferença, optando por espaços menos convencionais, como restaurantes, sítios e até casas.

Segundo ela, o casal deve-se atentar ao valor dos outros detalhes, como decoração, banda, dj, fotografia, filmagem, convite, entre outros. Caso pensem que por reduzir em alguns itens, podem ousar em outros, estão enganados, pois o investimento pode chegar bem próximo ou igual de um casamento tradicional.

Para não cometer erros e ser surpreendido, é muito importante ter um planejamento detalhado, e mesmo sendo um casamento pequeno, é indispensável a contratação de um profissional especializado para orientar e ajudar na organização.

O assessor de casamento pode prestar um serviço completo ou personalizado, tudo vai depender do grau de envolvimento e o desejo dos noivos.  Porém, para ter um dia inesquecível e longe de problemas, o ideal seria tê-lo em todas as etapas, como: planejamento, montagem, cerimônia, festa e encerramento.

Para saber mais sobre a Tatiana Bandeira, casamento ou eventos, acesse: www.personalwedding.com.br

 

 

Faça uma Festa de Divórcio e deixe a tristeza de lado com o fim do casamento

Para algumas pessoas pode ser bem estranho, para outras nem tanto comemorar o fim do relacionamento. O tema que já é bem comum em outros países, especialmente nos Estados Unidos, está ganhando força no Brasil, fazendo com que o término não seja tão doloroso e sofrido.

A Festa de Divórcio assemelha a uma de casamento, porém a diferença fica por conta da temática, com os rituais e itens peculiares, como bolo dividido ao meio, doce bem-separado ao invés do bem-casado, atrações divertidas, a aliança é martelada, o buquê queimado, entre outros.

“Depois de fazer em 2009 a minha festa de divórcio neste formato, as pessoas começaram a me procurar para fazer também. Para mim, foi uma forma de seguir em frente e não ficar amargurada, mostrar para minha família e amigos que não queria sofrer. E o melhor de tudo, ainda fiz dessa comemoração um negócio”, diz a empresária Meg Sousa.

Utilizada como um “rito de passagem”, no país ainda são poucos os casais que comemoram juntos como no exterior, a maioria dos adeptos são mulheres, que fazem da Festa de Divórcio uma forma de libertação.

Meg explica que eventos desse tipo podem ser simples, para até 20 convidados, ou grandiosas, para 200 convidados. E que é um evento divertido, que serve para quebrar o tabu que diz que esse momento deve ser sempre triste.

Para saber mais sobre a Festa de Divórcio, acesse: www.facebook.com/festadedivorcio

Meu PET – Helô Alves

Meu nome é Helô Alves e sou do signo de aquário, nasci em 11 de fevereiro. Todos dizem que fêmeas com este signo melhoram a qualidade de vida das pessoas ao seu redor. O começo da minha história é um pouco triste porque fui entregue a adoção. Minha nova mamãe sempre fala que eu sou fofa, maravilhosa, obediente, inteligente, educada e tenho postura de uma rainha  … eu acredito, pois nunca fiz algo que aborrecesse minha mamãe. Adoro passear, comer bisnaguinhas, gosto de brincar de pega pega.

Se você quiser me conhecer um pouquinho mais e me contratar para campanhas publicitárias, meu instagram é @helonewzetta e meu face é Helô Alves.

https://www.facebook.com/profile.php?id=100017931706480

Dança do ventre, com ou sem barriguinha?

Giselle Kenj é referência no Brasil em dança do ventre, aos 50 anos possui um corpo de dar inveja. A bailarina acredita que as mulheres que praticam essa dança milenar não precisam ter barriguinha e nem se conformar com ela.

“É puro mito o que dizem por aí, que para ser dançarina do ventre tem que ter barriguinha, até mesmo as antigas egípcias eram esguias”, diz Giselle.

Afirma que dependendo de como se desenvolve o movimento do abdômen (ondulação) pode sim salientar as faixas musculares, formando uma bolinha. Mas, para que isso não aconteça, Giselle desenvolveu exercícios para a dança que trabalham em conjunto com o abdômen, deixando-o impecável.

 

 

A dança do ventre não é só “estética”, também possui outros benefícios, como: fortalecimento dos músculos, melhora o sistema cardiovascular e respiratório, reeduca a postura, auxilia no aumento da flexibilidade, resistência e amplitude dos movimentos, entre outros.

Também associada aos exercícios corretos provoca a dissolução da rigidez física da mulher, causada por repressões de caráter social e sexual, proporcionando uma saúde física e mental mais equilibrada. Além do alinhamento dos chakras, harmonização na produção dos hormônios, domínio da musculatura pélvica, e até diminui o clima do stress mantendo os níveis de DHEA no organismo em conjunto com o trabalho meditativo.

“Sempre digo para minhas alunas buscar o melhor para elas, priorizando a saúde, corpo e mente. O nosso corpo é nosso templo e a dança é uma das formas mais ricas, dignas e belas de manifestação e expressão da vida. Podemos usá-la sempre em nosso benefício”, diz Giselle Kenj.

Para saber mais sobre Giselle Kenj, acesse: www.facebook.com/pages/Giselle-Kenj